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14 de abril de 2016

Google é a marca mais influente entre os brasileiros, segundo levantamento

Gigantes de tecnologia são as marcas mais influentes entre os brasileiros. De acordo com o levantamento Ipsos The Most Influential Brands, realizado entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, o Google lidera o ranking, seguido por Microsoft e Facebook respectivamente. As três marcas superam líderes de mercado de setores como telefonia e bens de consumo.
Samsung e Youtube vêm em quarto e quinto lugar respectivamente. Outras marcas listadas no ranking são Nestlé, Johnson&Johnson e Colgate. Além da forte presença de marcas internacionais no ranking, as brasileiras Natura e Havaianas marcam presença entre as 10 mais influentes.
A pesquisa, realizada pela Ipsos desde 2012 em 21 países, analisa as marcas e seu poder de influência no cotidiano e no comportamento dos consumidores. No Brasil, o levantamento ouviu 1 mil pessoas por meio de painéis online.

O levantamento da Ipsos avalia como consumidores associam cada marca a um total de 57 atributos, que medem desde se uma marca faz parte do vocabulário diário do consumidor a sua relevância no dia a dia dos entrevistados. Além de elencar as marcas por sua influência, o estudo ajuda a entender como outras dimensões estão correlacionadas com a mesma.
No Brasil, os principais drivers de influência foram Liderança / Inovação, item que respondeu por 37% da composição do índice, além de Responsabilidade Social (28%) e Confiança (16%), mostrando que, na atual conjuntura, as marcas líderes são, muitas vezes, a escolha certa em um momento que não vale arriscar; são marcas de referência que criaram um vínculo muito forte com o brasileiro.
O estudo também indica que a questão da ética ganha importância, com os brasileiros mais ativos nas discussões sociopolíticas e ambientais, usando frequentemente as redes sociais para se manifestarem. Presença (13%) e Engajamento (6%), mesmo com menor peso, também contribuem na construção de influência.

Fonte pela informações: Santa Quitéria No Ar 

30 de setembro de 2014

Orkut já está no cemitério virtual do Google

O Orkut será encerrado hoje, 30, mas já foi "enterrado" na internet. A rede social criada em 2004 ganhou menção honrosa no cemitério virtual mantido pelo site Slate, onde descansam os serviços descontinuados pela empresa. Já são 41 produtos: entre eles estão Google Reader, Google Wave, Google Video, Google Buzz. Tem até espaço reservado para o Google Glass, que embora não tenha sido lançado para valer, já está com a cova aberta. Os "túmulos" são enfeitados com flores adicionadas a cada clique.

Acesse aqui o link para passear pelo cemitério virtual.

Olhar Digital

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30 de junho de 2014

a rede social, Orkut será encerrado em 30 de setembro, diz Google.

É oficial: o Orkut será desativado em 30 de setembro deste ano, conforme anúncio feito pelo Google na manhã de hoje, antecipado ao Olhar Digital. A partir desta segunda-feira, já não é mais possível abrir contas no serviço.
A empresa pede desculpas aos usuários pela atitude, mas afirma que ela é necessária porque o Orkut deixou de ser relevante, graças ao surgimento de plataformas melhores.
“Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo”, comenta o diretor de engenharia do Google, Paulo Golgher. “O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut. Por isso, decidimos dizer adeus ao Orkut e concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.”
Confira abaixo o texto, intitulado “Adeus ao Orkut”:
Dez anos atrás, o Google mergulhou pela primeira vez nas redes sociais por meio do Orkut, que nasceu como projeto experimental de um engenheiro que deu nome à rede. As comunidades do Orkut deram forma a conversas e conexões que até então não existiam, antes mesmo que as pessoas soubessem o que eram "redes sociais".
Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut. Por isso, decidimos dizer adeus ao Orkut e concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.
O Orkut será descontinuado no dia 30 de setembro de 2014. Até lá, não haverá impacto para os atuais usuários, para que a comunidade tenha tempo de lidar com a transição. Usuários podem exportar as informações do seu perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout (disponível até setembro de 2016). A partir de hoje, novos usuários não podem criar novas contas no Orkut.
O Orkut pode estar indo embora, mas todas as incríveis comunidades criadas pelos usuários vão ficar. Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google.
Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além.

Olhar Digital

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Macaraú Noticias

3 de junho de 2014

a empresa de Tecnologia o Google vai gastar um bilhão de dólares em satélites que espalharão Wi-Fi por todo o planeta

O Wall Street Journal divulgou que o Google planeja gastar mais de 1 bilhão de dólares numa frota de satélites que serão usados para fornecer serviço de internet em partes do mundo que ainda não estão totalmente conectadas.
De acordo com “pessoas próximas ao projeto”, o Google usará 180 “pequenos satélites de alta capacidade” que orbitarão em torno da Terra em baixa altitude. A equipe responsável será liderada por Greg Wyler, que criou a startup O3b Networks Ltda., e o Google está contratando engenheiros de empresas que trabalham com satélites, como a Space Systems/Loral LCC, afirma o jornal.
Se a reportagem estiver correta, Wyler está liderando um time que tem “entre 10 e 20 pessoas” e tem se reportado diretamente a Larry Page. O objetivo do projeto é oferecer internet para áreas do planeta que tem pouca ou nenhuma conexão e custará entre 1 e 3 bilhões de dólares, a depender de como el ecaminhar e do tamanho final das redes. O jornal também afirma que numa fase posterior, “o número de satélites poderá dobrar”.
Fora esses detalhes técnicos, ainda há poucas informações sobre o projeto, mas vamos nos lembrar de que esse não é o único projeto do Google que fará com que a internet venha do céu: a gigante da internet também está fazendo testes com balões com sinal de rede e, além disso, comprou uma empresa de drones com o objetivo de cobrir o planeta com sinal de Wi-Fi.
Embora as primeiras tentativas de espalhar a internet via satélite pelo mundo não tenham tido sucesso, é bom pontuar que o maior problema era a escalada de custos. Mas agora o Google está trabalhando em três projetos de alto nível que usam aparelhos aéreos para conectar o mundo e o preço claramente não é um problema para a companhia de Larry Page.
Por quê? Bom, além do óbvio — o Google é podre de rico —, disponibilizar internet para locais que ainda não são conectados pode contribuir para abrir uma vastidão de novos mercados e o Google claramente quer que seus produtos e serviços sejam a primeira opção para todas as pessoas do mundo. Todas mesmo.

Gizmodo

3 de abril de 2014

a empresa Google quer se tornar operadora de internet móvel


a empresa Google pode lançar em breve sua própria rede sem fio de telecomunicações. Executivos da companhia têm discutido como oferecer o serviço nas áreas que já recebem o Google Fiber, a internet ultrarrápida disponível apenas nos Estados Unidos.
A empresa tem interesse em se tornar uma MVNO, operadora virtual que aluga a estrutura de outras e oferece pacotes próprios. Se conseguir ir adiante, o Google poderá concentrar todas as atividades de comunicações dos usuários porque já detém a fibra, o navegador (Chrome), o e-mail (Gmail) e ataca também na mobilidade com o Android.
Fontes anônimas informam que a empresa conversou recentemente com operadoras americanas para tentar viabilizar o projeto. Atualmente, a rede de fibra óptica do Google funciona no Kansas e em Provo, Utah. Os planos de expansão incluem Austin, Atlanta, Oregon, Portland, San Jose e outras seis áreas metropolitanas norte-americanas.
Se sair do papel, a rede sem fio poderá atrapalhar o duopólio Verizon e AT&T nos EUA e complicar ainda mais o relacionamento do Google com as empresas de telefonia. Neste caso a gigante das buscas deixaria de ter uma postura passiva no mercado de smartphones e passaria a ser concorrente.
A estrutura sem fio do Google deverá utilizar pontos de acesso Wi-Fi construídos em sua própria rede de fibra e contar com o apoio das operadoras somente quando o serviço não estiver disponível ou for insuficiente, estratégia já utilizada pela AT&T para diminuir o congestionamento.
Em fevereiro deste ano especulou-se que o Google estaria desenvolvendo um app para Android capaz de eliminar cadastros e logins para conexão em hotspots gratuitos e públicos. Pode ser este o primeiro passo para a empresa se tornar uma operadora wireless.

Via The Verge 

30 de janeiro de 2014

Coreia do Sul multa Google por coleta ilegal de dados de redes Wi-Fi

Serviço Street View adiciona 77 novas cidades brasileiras (Foto: Divulgação)A Coreia do Sul multou o Google em 210 milhões de won, cerca de US$ 194 mil, por coletar dados pessoais de redes Wi-Fi do país enquanto mapeava as ruas para o serviço Street View, que permite ver locais do ponto de vista do pedestre. A coleta de dados ocorreu em 2009 e em 2010.

Além da multa, o Google deverá apagar todos os dados pessoais coletados sem consentimento durante o trabalho do Street View, uma determinação da comissão de comunicações da Coreia do Sul.

"Esta multa é a primeiro do tipo imposta à uma empresa global que violou as leis de privacidade da informação. A comissão irá punir quem coletar informação do povo sul-coreano sem exceção", disse o presidente da comissão de comunicação, Lee Kyung-jae.

O Google também foi multado pela França, Alemanha e 38 estados dos Estados Unidos por coleta de dados privados durante o trabalho de mapeamento do Street View. Além de pedir desculpas e de pagar as multas, a empresa prometeu apagar todos os dados.

G1