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24 de junho de 2014

Invenção dinamarquesa gela latas embaixo da terra

Quatro dinamarqueses desenvolveram um sistema mecânico para gelar latas que utiliza terra em vez de energia elétrica. Chamado eCool, o produto tem pouco mais de um metro de altura e "esconde" a maior parte de seu corpo no subsolo, onde a temperatura é menor, esfriando assim as latas a uma temperatura fresca, não muito baixa.


Cada lata é armazenada em uma pequena plataforma movida por manivela. Enquanto ela gira a engenhoca, a lata fria é trazida para cima enquanto a que está em temperatura ambiente é levada para baixo.

O produto custa US$ 349 - cerca de R$ 770 - sem a instalação, que deve ser feita individualmente com uma pá. Segundo os desenvolvedores, o preço se justifica pois, além de economizar energia, todo o trabalho é feito manualmente, em esquema artesanal.


Veja, no vídeo abaixo, o funcionamento do eCool:


Olhar Digital

17 de abril de 2014

Nasa Descobre "Nova Terra"


Foto: NASA DESCOBRE "NOVA TERRA"

A agência espacial anunciou hoje a descoberta do Kepler-186f, um planeta mais ou menos do tamanho da Terra . O mais legal é que há grandes chances de o planeta ter água em forma líquida - e, consequentemente, algum tipo de vida (da maneira como conhecemos).

No Kepler-186f, um ano dura 130 dias. O novo planeta gira em torno de uma estrela chamada Kepler-186, na constelação de Cisne, a uns 500 anos-luz da Terra. A Kepler-186 é uma anã vermelha. Em sua órbita, há outros planetas além desse novo primo da Terra. Mas não há indícios de vida em nenhum deles, porque estão bem perto da estrela, onde é quente demais.

Foto: NASA Ames/SETI Institute/JPL-Caltech

#Nasa #Ciência #Nova_TerraO planeta orbita uma estrela chamada Kepler-186 e tem, segundo as estimativas, praticamente o mesmo diâmetro da Terra — 1,1 vez o do nosso mundo. Até onde se sabe, ele é o quinto a contar de seu sol e leva 129,9 dias terrestres para completar uma volta em torno de sua estrela. Ou seja, um ano lá dura mais ou menos um terço do que dura o nosso.
A estrela-mãe desse planeta é uma anã vermelha com cerca de metade do diâmetro do nosso Sol, localizada a cerca de 490 anos-luz daqui. Um dos aspectos interessantes dessa descoberta em particular é que, além de estar na chamada zona habitável — região do sistema em que o planeta recebe a quantidade certa de radiação de sua estrela para manter uma temperatura adequada à existência de água líquida na superfície –, o planeta está suficientemente distante dela para não sofrer uma trava gravitacional. Caso fosse esse o caso, o Kepler-186f, como foi batizado, teria sempre a mesma face voltada para a estrela, como acontece, por exemplo, com a Lua, que sempre mostra o mesmo lado para a Terra. Embora modelos mostrem que a trava gravitacional não é um impeditivo definitivo para ambientes habitáveis (a atmosfera trataria de distribuir o calor), é sempre melhor ter um planeta com dias e noites, em vez de um em que um hemisfério é sempre aquecido pelo Sol e outro passa o tempo todo na fria escuridão.
Numa nota pessoal, lembro-me de ter já conversado antes com Elisa Quintana, pesquisadora da Nasa que é a primeira autora da descoberta. Em 2002, ela produziu uma série de simulações que mostravam que o sistema Alfa Centauri — o trio de estrelas mais próximos de nós, sem contar o Sol — podia abrigar planetas de tipo terrestre na zona habitável. Imagino a realização pessoal dela de, depois de “conceber” por tantos anos mundos como esse em computador, finalmente poder reportar uma descoberta dessa magnitude. Não de uma simulação, mas da fria realidade da observação!
Trata-se de um momento histórico. A partir de agora, os astrônomos devem se concentrar cada vez mais na busca de outros mundos similares à Terra e a Kepler-186f, gerando alvos para futuras observações de caraterização — a efetiva análise da composição desses mundos e suas atmosferas –, em busca, quem sabe, de evidências de uma outra biosfera.

Folha 

14 de abril de 2014

Eclipse lunar acontece na madrugada desta terça-feira, dia 15/04



Eclipse total em 2003
Foto: Ivo GonzalezUm eclipse lunar total, quando a Terra fica entre o Sol e a Lua, acontecerá na madrugada desta terça-feira e poderá ser visto em todo o Brasil. No Rio e outras regiões que seguem o horário de Brasília, o fenômeno começa à 1h54, quando a Lua entra na penumbra da sombra projetada pela Terra no espaço, mas esta fase pouco se pode perceber. Só depois de uns 45 minutos, quando a Lua já estiver pelo menos 70% dentro da zona de penumbra, poderá se notar uma sutil perda de brilho,
Já a partir das 3h, porém, o satélite ingressará na umbra, a área de sombra propriamente dita de nosso planeta, começando a ganhar a característica cor avermelhada até o eclipse atingir sua totalidade, por volta das 4h06, e o auge, aproximadamente às 4h45 e melhor momento para observação. O eclipse também poderá ser visto no Leste da Ásia, Leste da Austrália, EUA, Canadá e restante das Américas, assim como de pontos nos oceanos Atlântico e Pacífico.
O mau tempo no Rio, no entanto, deverá impedir que os cariocas observem diretamente o fenômeno. Mas quem mesmo assim quiser acompanhar o eclipse poderá fazê-lo pela internet. O observatório Slooh irá transmitir ao vivo o eclipse a partir das 3h no horário de Brasília, usando telescópios espalhados da cota da África aos EUA. Quem entrar na página mais cedo, porém, poderá aproveitar ainda para acompanhar a partir das 23h Marte enquanto o planeta vermelho chega ao ponto de maior aproximação da Terra desde 2012.


O Globo 

5 de dezembro de 2013

Copa e dengue

A revista "Nature'',publicação cientifica mais importante da Europa,trouxe em sua última edição artigo do cientista Simon Hay, um dos maiores especialistas em dengue,em que ele diz que o Brasil pode se tornar um foco global de transmissão da doença em 2014, No texto "Febre do Futebol pode virar uma dose de dengue'',adverte que três cidades-sede da Copa do Mundo em 2014-Salvador,Fortaleza e Natal - vão passar pelo pico da temporada de transmissão da doença durante o torneio da Copa em 2014


SQN • Santa Quitéria News