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2 de abril de 2016

Novas eleições e velhas caras, temos que mudar nossa realidade

Foto da pagina oficial do pré-candidato
Mais um ano de eleição municipal chegando e os mesmos “figurões” políticos aparecendo para disputar a cadeira do executivo da cidade de Santa Quitéria. Desde a década de 1990, o poder se alterna entre duas famílias bastante tradicionais no município, e progresso se tornou uma palavra que não consta mais no vocabulário dos quiterienses.
Os cidadãos do município de Santa Quitéria sentem na pele a decisão de colocar sempre uma dessas famílias para administrar o município. Educação, saúde, esporte, cultura são alguns serviços que poderiam ser melhor ofertados para nossa população, mas sabemos que na prática isso não ocorre.
Entretanto, eis que surge um nome para mudar a política de nossa terra, e uma ponta de esperança ressurge entre nós por dias melhores. O pré-candidato, Marcelo Magalhães, filiado ao PTB, empresário e mobilizador social, vem com uma nova abordagem que tem o desejo de mudança no modo tradicional de fazer política, com ética e transparência, pois a falta desses dois valores, compromete a qualidade de vida e os destinos de uma sociedade, às vezes, até a sua própria sobrevivência.
As pessoas não devem ficar amedrontadas e continuar votando sempre nos mesmos políticos, com medo de que qualquer mudança implique piora nas condições de vida, se é que isso é possível. Mas só haverá mudanças quando o povo desejar lutar por ela.

Antônio Carlos Camelo é quiteriense e estudante de jornalismo/AVSQ.

2 de julho de 2014

O governador eleito em 2014 será da região do Cariri

o engenheiro Camilo Santana e o administrador de empresas Eunício Oliveira têm em comum suas origens caririenses. Camilo nasceu no Crato e Eunício em Lavras da Mangabeira. A partir de agora, outra coincidência os une: serão candidatos ao cargo de governador do Estado do Ceará. Essa circunstância histórica torna possível dizer que o próximo governador cearense será um filho do Cariri. E esse fato tem enorme significado histórico e político.
O último governador do Ceará PMDB e senador da República. Camilo é filho de uma liderança histórica do Cariri, Eudoro Santana, e soube avançar oriundo do Cariri foi eleito em 1978, com a chegada ao poder do coronel Adauto Bezerra.
Passados quase 40 anos, o Cariri volta a ter um filho da terra em condições reais de ser governador. E esse fato não é pouco relevante, ao contrário! Poderá significar a retomada da importância do Cariri no cenário político cearense, com a formação de novas lideranças e com a abertura para novos atores.
Camilo Santana e Eunício Oliveira saíram do Cariri, por motivos diversos, desenvolveram suas carreiras políticas e, com as evidentes diferenças, conseguiram ocupar um espaço relevante na política. Eunício é um nome nacional, um dos grandes caciques do pode ser a região que só consegue eleger um governador a com passos sólidos pelo emaranhado da hoje poluída vida política cearense e tornar-se uma alternativa real para suceder o governador Cid Gomes. Cada um deles têm seus méritos, suas realidades pessoais e suas diferenças de concepção de mundo.
Mas, a uni-los está o Cariri. Qualquer dos eleitos representará a região e a colocará no cerne das preocupações do Governo central em Fortaleza.A única coisa que não pode acontecer é que um desses dois filhos do Cariri, ao chegar ao poder, vire as costas para sua região e esqueça-se de onde veio. pode ser a região que só consegue eleger um governador a cada 50 anos. Isso é desfazer de sua força, de sua história e de sua região. Tanto Eunício quanto Camilo terão a oportunidade de fazer História e de transformar a vida dos caririenses. Todos nós esperamos por isso.

Editorial publicado no Jornal do Cariri - Ano 15, Número 2646

18 de dezembro de 2013

O Mundo contra Cid Gomes

18/12/2013 - O governador Cid Gomes acusou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de ter vazado para a imprensa um relatório do Tribunal de Contas da União, de agosto passado, informando que a capacidade de pagamento do Ceará “inspira cuidados”, conforme análise da Secretaria do Tesouro Nacional, órgão subordinado ao Ministério da Fazenda. Segundo o documento, um empréstimo feito pelo Ceará junto do Banco Mundial foi liberado, em caráter de excepcionalidade, somente depois de um pedido do próprio ministro.
Sobre o suposto vazamento para os jornais, o governador foi taxativo: “Esse Guido Mantega vem procurando retaliar o Estado do Ceará. Isso é uma posição pessoal em relação a mim”.