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11 de setembro de 2022

ELEIÇÕES 2022: Quem são os candidatos a presidente da República

Foto retirada: Casa Civil
Foto retirada: Casa Civil

O ano de 2022 é tempo de eleições gerais no 
país. E once candidatos a presidente estão na disputa, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a o atual mandatário Jair Bolsonaro (PL). O primeiro turno das eleições 2022 está marcado para 2 de outubro, enquanto o segundo, caso necessário, ocorrerá no dia 30 do mesmo mês.


Veja a lista dos candidatos a presidente da República em 2022


Jair Bolsonaro (PL)

O presidente Jair Bolsonaro, 67 anos, se filiou ao PL em novembro para disputar a reeleição. Ele é natural de Glicério (SP), seguiu carreira militar e chegou a capitão. Deu início à carreira política em 1988, quando se elegeu vereador. Depois, entre 1990 e 2018, ocupou a cadeira de deputado federal. Por último, se elegeu presidente como o 1º militar que chegou ao posto pelo voto desde 1945. A candidatura de Bolsonaro à reeleição para a Presidência da República foi oficializada pelo PL no dia 24 de julho de 2022.


Lula (PT)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é candidato a presidente da República em 2022 pelo PT e é o principal adversário de Bolsonaro, segundo as pesquisas de intenção de voto. Lula nasceu em Caetés, na época um distrito Garanhuns (PE), é ex-metalúrgico e governou o país entre 2003 e 2010. Em 2018, foi preso para fins de execução provisória da pena no processo do tríplex do Guarujá e foi impedido de disputar as eleições daquele ano com base na Lei da Ficha Limpa. Em 2021, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações de Lula. Posteriormente, os processos da Lava Jato contra ele prescreveram ou foram arquivados. Lula foi confirmado como candidato a presidente da República no dia 21 de julho.


Ciro Gomes (PDT)

Ciro Gomes é de Pindamonhangaba, interior de São Paulo. Foi governador do Ceará, ministro da Fazenda no governo Itamar Franco e ministro da Integração Nacional no governo Lula. Disputou as eleições presidenciais de 1998 e 2002 pelo PPS e de 2018 pelo PDT, quando ficou em terceiro lugar. Em 2018, o JOTA mostrou que na ocasião Gomes respondia a 77 processos que requeriam danos morais ou que imputavam a ele o cometimento de crimes contra a honra. Ciro Gomes é candidato a presidente da República nas eleições de 2022, com candidatura confirmada desde o dia 20 de julho. Esta é a quarta vez que Ciro Gomes é candidato à Presidência da República.


Simone Tebet (MDB)

Simone Tebet, 52 anos, é natural de Três Lagoas (MS) e formou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fez carreira como advogada e professora. Em 2002, foi eleita deputada estadual. Depois se elegeu prefeita de Três Lagoas (MS) por 2 mandatos e foi vice-governadora, em 2010. Ao chegar ao Senado, em 2014, liderou a primeira bancada feminina, foi a primeira mulher a presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e participou da CPI da Pandemia. Agora é candidata à Presidência da República pela ‘terceira via’. Seu nome foi confirmado em convenção partidária realizada em 27 de julho.


Leonardo Péricles (UP)

Leonardo Péricles, 40 anos, nasceu em Belo Horizonte (MG). Péricles deu início à militância política nos anos 2000, no âmbito do movimento estudantil. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi eleito diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE). Em 2011, passou a integrar o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), e liderou ocupações urbanas e protestos de junho de 2013 em BH. Em 2020, concorreu à vice-prefeito da capital mineira. Agora Leonardo Péricles foi confirmado como candidato a presidente da República nas eleições 2022 pelo UP.


Luiz Felipe d’Avila (Novo)

Nascido em São Paulo, Luiz Felipe D’Ávila tem 58 anos e é formado em Ciência Política. Atuou como editorialista, comentarista político, e também como diretor de editoras e escritor. Em seus livros, defende uma agenda liberal. Fundou uma ONG dedicada à formação de líderes políticos e agora é candidato a presidente da República pelo Novo nas eleições 2022.


Vera Lúcia (PSTU)

Nascida em Inajá (PE), Vera Lúcia tem 54 anos e é socióloga pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Ainda criança, se mudou com a família para Aracaju (SE). Na capital, trabalhou como garçonete, datilógrafa e depois entrou para uma indústria de calçados, e com isso, se engajou no movimento sindical. Em 1992, a partir de uma dissidência do PT, participou da criação do PSTU. Já foi candidata a prefeita, governadora e deputada federal. Agora Vera Lúcia é uma das candidatas a presidente da República nas eleições 2022.


Sofia Manzano (PCB)

Sofia Manzano, 51 anos, é paulista e doutora em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP). Além de economista, também é professora universitária na Bahia. Em 2014, disputou a vice-presidência pelo PCB. Deu início à militância política pelo partido em 1989. A partir de 2013, passou a integrar o movimento sindical de professores, e foi uma das líderes de greves da categoria. Agora, Sofia Manzano é candidata à Presidência da República pelo PCB.


Eymael (DC)

José Maria Eymael é natural de Porto Alegre (RS). Ele é graduado em Filosofia e Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Eymael fez carreira não só como advogado, mas também empresário no ramo de marketing e comunicação. Em 1962, se filiou ao antigo Partido Democrata Cristão, e, em 1986, se elegeu deputado federal por São Paulo na Assembleia Constituinte,  e foi reeleito no pleito seguinte. Esta é a 6ª vez que Eymael é candidato a presidente da República.


Soraya Thronicke (União Brasil)

Nascida em Dourados (MS), Soraya Thronicke, 49 anos, é senadora em primeiro mandato e presidente da União Brasil Mulher. Formada em Direito com MBA em Direito Empresarial e pós-graduada em Direito Tributário e em Direito de Família e Sucessões, começou a atuar no universo político ao participar de movimentos de rua em 2013. Disputou sua primeira eleição em 2018, filiada ao PSL, e foi eleita para o Senado na onda de candidaturas bolsonaristas. Antes, Thronicke foi filiada ao Novo. Agora, foi anunciada como candidata à Presidência da República nas eleições de 2022 pelo União Brasil.


Padre Kelmon (PTB)

O baiano Kelmon Luís, 45 anos, é padre ortodoxo e candidato à presidência pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Ele foi apresentado pelo partido no lugar de Roberto Jefferson, que teve a candidatura indeferida pelo TSE. Este é o primeiro cargo público para o qual ele se candidata. Seu candidato à vice-presidência na chapa Luiz Claudio Medeiros da Fonseca Gamonal (PTB).


Fonte: TSE, JOTA

10 de setembro de 2022

ELEIÇÕES 2022: Quem são os candidatos a governador do Ceará em 2022

Foto retirado: Governo do Ceará

As eleições para governador do Ceará conta com seis candidatos. O primeiro turno da disputa está marcado para o dia 2 de outubro. E o segundo turno ocorrerá no dia 30 do mesmo mês.


Confira a seguir os candidatos:



Capitão Wagner (União Brasil)


Wagner Sousa Gomes, 43 anos, conhecido como Capitão Wagner, é deputado federal e candidato a governador do Ceará (CE) nas eleições de 2022 pelo União Brasil. Natural de São Paulo, Wagner é bacharel em Segurança Pública pela Academia de Polícia Militar de Fortaleza. Ele liderou o movimento de paralisação da Polícia Militar e Bombeiros no Ceará, no fim de 2011. Nas eleições de 2012, foi o vereador mais votado de Fortaleza e, em 2014, o deputado estadual mais votado do Ceará.


Chico Malta (PCB)


Natural de Fortaleza (CE), Francisco Raimundo Malta, conhecido como Chico Malta, 57 anos, é advogado e sindicalista com atuação na fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Além disso, ele participou da criação da Casa da Amizade Brasil-Cuba no Ceará, e atualmente é vice-presidente da entidade. É membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB) desde 1979 e é candidato a governador do Ceará (CE) em 2022 pelo partido.


Elmano de Freitas (PT)


Elmano de Freitas, 52 anos, é deputado estadual formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Nascido em Baturité (CE), está em seu segundo mandato como deputado e já ocupou o cargo de secretário de Educação de Fortaleza e também atuou na Rede Nacional de Advogados Populares (Renap). Foi candidato à prefeitura de Fortaleza em 2012 e à prefeitura de Caucaia (CE) em 2020, mas não obteve sucesso. É candidato a governador do Ceará (CE) em 2022 pelo Partido dos Trabalhadores (PT).


Roberto Cláudio (PDT)


Roberto Cláudio Rodrigues Bezerra, 47 anos, é ex-prefeito de Fortaleza. Ele comandou a capital cearense por dois mandatos, entre 2013 e 2020. Formado em Medicina com mestrado e doutorado em Saúde Pública pela Universidade do Arizona, Claudio já foi deputado estadual por dois mandatos e presidente da Assembleia Legislativa do Ceará. É candidato a governador do Ceará (CE) em 2022 pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT).


Serley Leal (UP)


Nascido em Iguatu (CE), Serley Leal é candidato a governador do Ceará em 2022 pelo Unidade Popular (UP), partido do qual é um dos fundadores. Leal é bancário concursado e gestor em finanças. Foi militante estudantil e atuou no Movimento de Luta nos Bairros Vilas e Favelas. Em 2020, foi candidato a vice-prefeito de Fortaleza (CE) na chapa com a professora Paula Colares, mas não obteve votos suficientes.


Zé Batista (PSTU)


Operário da construção civil, Zé Batista foi anunciado pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) como candidato a governador do Ceará (CE) nas eleições de 2022. Batista tem uma trajetória ligada à defesa dos interesses dos trabalhadores da construção civil e é membro da Executiva Nacional da Central Sindical e Popular Conlutas.




Fonte: JOTATribunal Superior Eleitoral.

23 de setembro de 2015

Ex-Prefeito de Santa Quitéria vai se aflilar ao PMDB e vai disputar nas Eleições 2016

O ex-prefeito da cidade de Santa Quitéria, Tomás Figueiredo (Ex-PSDB), admitiu, nesta quinta-feira, disputar a Prefeitura nas Eleições 2016. Ele afirma que a situação administrativa desse município, sob comando de Fabiano Lobo, é desastrosa e agravada por causa da seca.
Tomás Figueiredo adiantou também que está propenso a ingressar no PMDB, principalmente depois que o partido expulsou de seus quadros o atual prefeito. Tomás era do PSDB.

Confira o vídeo:
(Clique Aqui!)


Blog do Eliomar

10 de agosto de 2015

Ex-Prefeito de Santa Quitéria (Chagas Mesquita) é o novo presidente do PMDB da Cidade de Santa Quitéria

Após a expulsão do prefeito Fabiano Lobo, o ex-prefeito de Santa Quitéria Chagas Mesquita foi designado para presidir o Diretório Municipal do PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) da Cidade de Santa Quitéria.
Na última quinta (06/08), Chagas esteve na sede do partido em Fortaleza para acertar os detalhes do seu comando, como foi divulgado em sua página pessoal no Facebook. O ex-prefeito, que foi um dos maiores apoiadores do senador Eunício Oliveira nas eleições de 2014, foi o único político do município convidado por Eunício para afiliar-se e comandar o diretório local da sigla.
Com a entrada de Chagas no PMDB, o cenário político quiteriense começa a se movimentar com maior frequência. Várias filiações e desfiliações estão previstas para os próximos dois meses, prazo final dos partidos para quem projeta lançar-se nas eleições de 2016.

AVSQ

12 de janeiro de 2015

A Volta do Ex-Presidente Lula nas eleições de 2018 gera controvérsias entre os aliados

O governo Dilma Rousseff mal começou seu segundo mandato. Entretanto, nomes ligados ao Planalto já anunciam: Ex-Presidente Lula é o candidato do PT para eleições 2018. “Ele é o meu candidato, sempre foi. Não tem essa discussão no PT. Quem está no coração da militância do PT é Lula”, declarou o ministro-chefe da Casa Civil, Aloízio Mercadante (PT), já descartando seu nome para a disputa.
O chefe de gabinete da presidente, Gilberto Carvalho, também deu declarações nesse sentido. “Não sei se ele quer, mas eu quero muito. Lula faz bem ao povo brasileiro”, declarou o então ministro, em 2013, durante entrevista para o Brasil Econômico.
A fala, entretanto, encontra críticas dentro do próprio partido. Uma delas vem do vice-presidente da legenda, o deputado federal José Guimarães. “(Esse tipo de fala) é um desserviço ao governo da presidente Dilma”, afirma. Para ela, a função de ministro é “governar o país junto com a presidenta”. A prioridade da legenda, para ele, deve ser a eleição municipal de 2016. Defende ainda que a discussão sobre a sucessão de Dilma é “prematura”.
De acordo com Guimarães, não existe discussão interna sobre o tema. “E se tiver, eu vou ser radicalmente contra”, arremata.
Entretanto, se um dos vice-presidentes do partido considera a discussão contraproducente, o presidente da legenda, Rui Falcão, já declarou publicamente seu apoio ao retorno de Lula. “Eu pessoalmente sou a favor que o presidente Lula seja candidato em 2018. Naturalmente, isso vai depender, primeiro, da disposição dele. Mas ele tem dito que sempre se colocará à disposição do PT”, declarou antes de café da manhã que reuniu petistas e aliados em São Paulo durante a campanha presidencial do ano passado.
Outro que, assim como Guimarães, considera esse tipo de discussão prematura é o também deputado federal André Figueiredo (PDT), membro da executiva nacional de seu partido. Entretanto, ele já adianta: em 2018, o PDT terá candidato próprio. “O partido vive para realizar seus projetos” afirma, completando que “não necessariamente (o PDT) seguirá o PT em tudo”. De acordo com o deputado, tal posição do partido independe “de o candidato ser o Lula ou não”. Ele afirma que partido ainda não tem nomes para encabeçar a chapa para a disputa ao Planalto.
 
“Se me encherem o saco, eu volto”
Apesar de, após a eleição, quando questionado pelo jornal Folha de S. Paulo, ter declarado em nota que sua única expectativa para 2018 é “estar vivo”, Lula chegou a declarar em 2013, durante almoço com aliados, que “se me encherem o saco, eu volto”.

Prós e contras
Pró. A popularidade que o petista mantém mesmo depois de quatro anos fora do governo.
Contra. Dificuldades na economia durante a gestão Dilma podem resvalar em sua candidatura.
Pró. Tem amplo apoio de setores do empresariado nacional, algo que falta a Dilma.
Contra. Demonstra uma dificuldade do PT em renovar seus quadros internos e criar novas lideranças.
Pró. Tem grande prestígio internacional, o que pode ser benéfico para retomar o protagonismo do país em áreas que ele se retraiu, como meio ambiente e reforma da ONU.
Contra. A idade avançada do ex-presidente - terá 73 anos em 2018 -, somado com o câncer na laringe que teve em 2011, são uma dificuldade.
Pró. É mais habilidoso que Dilma na condução da articulação política.
Contra. A ex-primeira-dama Marisa Letícia é contrária ao seu retorno ao Planalto. 

O POVO Online